Novo site pessoal do Marcelo Custódio

Dê uma acessada: http://marcelocustodio.net — tudo será postado por lá.

Para criação de sites e SEO em Manaus, vá a http://www.inovacaosoftware.com.br

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Os números de 2010

Os duendes das estatísticas do WordPress.com analisaram o desempenho deste blog em 2010 e apresentam-lhe aqui um resumo de alto nível da saúde do seu blog:

Healthy blog!

O Blog-Health-o-Meter™ indica: Mais novo do que nunca.

Números apetitosos

Featured image

Um duende das estatísticas pintou esta imagem abstracta, com base nos seus dados.

A Torre de Pisa tem umas escadas com 296 degraus até ao topo. Este blog foi visitado cerca de 1,100 vezes em 2010. Se cada visita fosse um degrau, já teria subido a Torre de Pisa 4 vezes

 

Em 2010, escreveu 20 novos artigos, nada mau para o primeiro ano!

O seu dia mais activo do ano foi 9 de agosto com 74 visitas. O artigo mais popular desse dia foi Rápida Análise do Debate da Band.

De onde vieram?

Os sites que mais tráfego lhe enviaram em 2010 foram mail.yahoo.com, mail.live.com, guanabara.info, obama-scandal-exposed.co.cc e guanafake.info

Alguns visitantes vieram dos motores de busca, em buscas por diversos termos.

Atrações em 2010

Estes são os artigos e páginas mais visitados em 2010.

1

Rápida Análise do Debate da Band agosto, 2010

2

Frameworks para PHP agosto, 2010
2 comentários e 1 “Like” no WordPress.com,

3

Garshasp: um God of War com Software Livre julho, 2010
1 comentário

4

Content Management System (CMS) julho, 2010
12 comentários

5

Sobre mim abril, 2010

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Fique ligado: Ministério da Justiça lança diretrizes para compras pela Internet

Ministério da Justiça lança diretrizes para compras pela Internet

O Ministério da Justiça divulgou nesta sexta-feira, 20/08, no Rio de Janeiro, durante a 65ª reunião do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (SNDC), um documento com as diretrizes para a proteção do consumidor nas compras feitas pela Internet.

O documento reúne a interpretação dos Procons, Ministério Público, Defensorias Públicas, entidades civis e do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) sobre a aplicação do Código de Defesa do Consumidor (CDC) às relações do comércio virtual e foi elaborado durante oficina da Escola Nacional de Defesa do Consumidor (ENDC), no último mês de julho.

Um dos principais pontos do documento é assegurar o exercício efetivo do direito de arrependimento, já previsto no artigo 49 do CDC. Segundo os órgãos que compõem o SNDC, o consumidor pode desistir dos contratos firmados no comércio eletrônico sem justificar o motivo e sem geração de custos. Cabe aos fornecedores disponibilizar meios eficientes para o cumprimento deste direito. O documento também prevê a proteção contra práticas abusivas e acesso prévio do consumidor às condições gerais de contratação.

“O consumidor pode ficar muito mais vulnerável nas transações comerciais realizadas em ambiente virtual. Um contrato não pode gerar dúvidas e só deve ser confirmado com total consentimento das partes”, afirma a secretária de Direito Econômico do Ministério da Justiça, Mariana Tavares de Araújo. “Confiança é a palavra-chave na dinâmica entre empresa e consumidor. O desenvolvimento econômico e as novas tecnologias não podem ser empecilho para a transparência necessária em qualquer relação comercial&rdquo.

Mais de 22 mil reclamações referentes ao comércio eletrônico foram registradas no Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec), entre outubro de 2004 e janeiro de 2010. Mas a representante do Ministério da Justiça acredita que o volume de casos seja ainda maior. “Alguns consumidores não reclamam, têm problemas e não tomam providências a respeito. A expectativa é de que, agora, esse volume [de reclamações] se reduza”, completa.

Veja a íntegra ddocumento com diretrizes para o comércio eletrônico: http://www.convergenciadigital.com.br/inf/diretrizes_comercioeletronico.pdf

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Deixe recados de voz no TWITTER pelo telefone!

Link: http://www.tuitefone.com/

Texto: http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=23525&sid=3

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Extensões do Google Chrome

Meu principal browser é o Google Chrome. Algumas extensões da hora:

http://www.profissionaisti.com.br/2010/07/cinco-extensoes-imperdiveis-do-google-chrome/

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Como passar na Certificação Java SCJP

O link: http://www.infoq.com/br/articles/como-funciona-a-scjp

Sou SCJA, a certificação introdutória do JavaSE no modelo da Sun e agora no modelo da Oracle.

Posso dizer que passar na certificação Java valoriza o profissional principalmente aqui em Manaus.

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Frameworks para PHP

De volta aos posts, após um breve período de descanso! Não posso esquecer de agradecer a todos que diariamente visitaram meu blog neste período para verificar novidades! Obrigado!

Uma semana antes do início da Copa do Mundo, publiquei este post: http://marcelocustodio.wordpress.com/2010/06/04/assuntos-da-copa-do-mundo-i/

Também estou de volta ao Twitter: twitter.com/custodio_m

Primeiro comentamos sobre os CMS, estratégias de alto nível para se obter soluções eficientes e diminuindo-se o retrabalho: http://migre.me/13gG6. Agora trataremos a respeito dos frameworks e especificamente os da linguagem PHP, uma alternativa num nível mais baixo de abstração que, igualmente, evitam a programação repetitiva (DRY – Don´t Repeat Yourself) e permitem o desenvolvimento rápido de aplicações (Rapid Application Development – RAD) pois já trazem uma série de módulos pré-configurados. Além dessas facilidades, cabe afirmar que PHP é uma das linguagens para desenvolvimento Web mais procuradas no Google: http://migre.me/13gAu

Em via de regra, quanto maior o nível de abstração, mais fácil é para se desenvolver uma aplicação robusta e eficiente porém mais difícil para se personalizar a aplicação de acordo com seus requisitos funcionais e não-funcionais. Como citei, com os frameworks baixamos um pouco o nível em relação aos CMS, dando ao programador mais liberdade com seu código. Porém , o nível mais baixo é certamente a própria linguagem PHP.

Antes de começarmos, devo acrescentar que é desejável conhecer a linguagem PHP em si e suas novas características de Orientação a Objetos (OO) fortalecidas na versão 5 – introdução de visibilidade private e protegida, classes abstratas, interfaces, construtores, destrutores, métodos e atributos estáticos etc – para se fazer um melhor uso dos frameworks. Além disso, todos eles se baseiam, em algum nível, no padrão MVC.

Escolhi alguns dos mais populares: Zend Framework, Symfony, CodeIgniter, CakePHP e Prado. Todos estes frameworks utilizam, além do paradigma de OO, o padrão Model-View-Controller (MVC). Nas próximas linhas, irei mostrar um overview dos frameworks.

Zend Framework

O Zend permite a construção de variados tipos de aplicação com funcionalidades para aplicações que manipulam informações no Twitter, passando pelo suporte à comunicação de serviços do Google e Yahoo! até à criação de formulários automatizados, a validação deles, persistência de dados e conectividades com diversos bancos de dados.

Os projetos são ágeis principalmente pela arquitetura MVC aliada à criação automática de classes e arquivos que o Zend Studio – a IDE do framework – pode fazer. Embora exista pouco material na Internet em português, você pode achar algo na comunidade brasileira. Dois bons livros: “Zend Framework – Componentes Poderosos para PHP” e “Zend Framework – Desenvolvendo em PHP 5 orientado a objetos com MVC”, ambos do autor Flávio Gomes da Silva Lisboa.

E a maioria dos sites em PHP usa o Zend, mesmo que seja em pequenas partes. Por exemplo, no repositório de projetos SourceForge, existem mais de 120 projetos ativos, enquanto no GoogleCode são mais de 280. Um bom exemplo é o software de e-commerce Magento.

Symfony

Em 2005 o Symfony foi lançado inspirado nos frameworks Ruby on Rails e Mojave. A versão 2.0 , em desenvolvimento, trará um nível de flexibilidade e abstração que promete superar os outros frameworks. Já existe uma versão de testes. O site da 2.0 é http://www.symfony-reloaded.org.

Seu foco sempre foi em aplicações de médio e grande portes por sua robustez e acoplamento. No seu portfolio, destacam-se o Delicious (http://www.delicious.com), o Yahoo! Respostas (http://answers.yahoo.com) e o Dailymotion (http://www.dailymotion.com).

Soma-se a isso o fato de possuir um gerador de administração bem eficiente, uma vasta documentação, uma comunidade bem atuante (symfony.blogsfera.com.br) e ser atraente e fácil de usar para programadores PHP menos experientes. Um bom livro: “More with Symfony 1.3 & 1.4″, de Fabien Potencier, o criador do framework, em http://www.symfony-project.org/more-with-symfony/1_4/pt.

CodeIgniter

O CodeIgniter foi lançado em 2006 e de cara causou boa impressão em Rasmus Lerdorf, o pai da linguagem PHP, por ser, segundo ele, mais rápido, mais leve e menos parecido com um framework. Como o Symfony, apresenta boa facilidade de aprendizado, nos permitindo focar mais na lógica de negócio. Muitos o consideram também o framework ideal para o desenvolvimento de aplicações que rodam em servidores compartilhados.

O CodeIgniter tem uma comunidade bem ativa e que mantém a tradução do seu Guia do Usuário. Você pode encontrá-los em http://www.codeigniter.com.br. Entretanto, CodeIgniter é fracamente baseado no padrão MVC pois o Model (M do MVC) é opcional e raramente necessário.

CakePHP

Lançado em 2005 e também inspirado no Ruby on Rails, o CakePHP possui classes e funções nativas muito intuitivas e, em caso de dúvidas, é simples consultar o manual oficial e até mesmo a API do projeto. Da mesma forma, seu aprendizado é bem tranquilo.

Há a possibilidade de desenvolvimento desde pequenos sites e blogs quanto portais e ERPs, CRMs etc. Dá também pra integrar sua aplicação CakePHP com web services, aplicações móveis, outros sites etc. Um conhecido CMS, o Mambo está sendo desenvolvido em CakePHP.

O CakePHP tem uma grande quantidade de helpers (Ajax, Data, Cache, HTML, Formulário, Paginação, Sessão, XML dentre outros), componentes (ACL, Autenticação, Cookie, E-mail, Segurança) e behaviors (ACL, Tradução, Hierarquia). Pesa a seu favor o fato de que muitos frameworks necessitam de libs específicas do PHP mas com o CakePHP basta descompactar no servidor e acessá-lo via navegador. Simples e rápido.

Há também um manual em português: http://book.cakephp.org e o site nacional: http://www.cakephp.com.br. Já existem também conferências e cursos no Brasil e até uma certificação!

Prado

Qiang Xue lançou em 2004 o framework Prado inspirado no velho conhecido Borland Delphi. Ele oferece um forte suporte à reutilização de componentes. Isto é ideal numa Fábrica de Software. Com isso o desenvolvimento torna-se rápido. Como no Delphi, também há o conceito de eventos (como o clique de um usuário em um botão) que são enviados para o servidor de eventos do framework. O evento pode ser tratado de forma simples pelo programador pois cada evento chama um método de classe, à semelhança do Borland Delphi. Grande parte desse tratamento de eventos é feita por frameworks JavaScript como o Prototype (www.prototypejs.org/) e o Scriptaculous (script.aculo.us/).

O site (www.pradosoft.com) traz um Hello World bem simplificado e que convence da facilidade de uso do framework. Há uma lista de discussão no Google Groups, a Prado-Brasil.

CONCLUSÕES

Passei apenas uma visão geral dos frameworks PHP mas espero que tenha sido um instrumento de suporte a sua decisão de qual usar ou por onde começar. Em futuros posts iremos aprofundar cada um. Não seria didático colocar pedaços soltos de código aqui sem uma explicação mais adequada de como usá-los. Somente em um post não dá pra aprofundar. Aguarde!

Espero também que este post tenha tirado um pouco o “medo” de se usar frameworks em PHP, uma estratégia um pouco mais “complicada” do que simplesmente a linguagem pura e desmistificado algumas idéias. E com isso você possa se sentir mais à vontade para arriscar essas saídas, quando apropriado. Antes de tecer as últimas considerações sobre os frameworks, devo dizer que aquela história de que PHP não serve para aplicações de grande porte é mentira, visto o número de sites conhecidíssimos feitos com os frameworks que citei neste post.

Posso dizer que gostei bastante do CakePHP – meu preferido. Prado porém traz uma facilidade de uso um pouquinho maior. Entretanto ainda, o Zend Framework é considerado por muitos como o framework PHP mais completo pois possui mais facilidades e funcionalidades além de ser mantido por nada menos que a Zend, empresa que administra o PHP e deu a ele os contornos atuais. Sem falar na ótima IDE – Zend Studio. Já o Symfony corre por fora prometendo superar os outros frameworks para a versão 2.0 a ser lançada final de 2010. Contra o CodeIgniter pesa o fato de ser fracamente baseado no MVC.

Em linhas gerais, os frameworks te permitem dramaticamente reduzir a quantidade de codigo chato e repetitivo. São mais adequados para CRUD, tem design personalizável com mais dificuldade porém neles você não tem que mexer nem na rotina de acesso ao banco ou qualquer escrita de SQL! Em futuros posts iremos a um nível mais baixo ainda (ô louco!) e começaremos a brincar com a linguagem PHP em si. Fique ligado!

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